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quinta-feira, 21 de março de 2013

Rock'n'Roll Racing ganha nova versão em 3D

Matéria publicada em http://www.sidneyrezende.com dia 18/03

O clássico de corrida "Rock N'Roll Racing" está ganhando uma versão atualizada feita pelo estúdio Yard Team com gráficos 3D. O jogo é um remake de 1993 da Blizzard e terá as pistas tradicionais com gráficos renovados para PC. O game é original do Super Nintendo e ainda não há data oficial para o seu lançamento.
Quando foi lançado pela Blizzard, o game se chamava "Silicon & Synapse" pode não ter seu remake lançado. Tudo isso porque a nova versão não é oficial, podendo a Blizzard brecar o game.



Hoje tem Ultraje a rigor no HSBC Brasil


Tocando o bom e velho rock n roll e sempre com letras bem humoradas, o Ultraje a rigor volta aos palcos de Sampa tocando hoje, no HSBC Brasil, às 22h.


Quem for a esse show, poderá conferir ao vivo os principais sucessos dos 30 anos de estrada da banda, como “Ciúme”, “Sexo”, “Mim quer Tocar”, “Zoraide”, “Pelado”, “Eu Gosto de Mulher”, “Nós vamos Invadir sua Praia” entre outras.
Os ingressos vão de R$ 40 a R$ 200 e o HSBC Brasil fica na Rua Bragança Paulista, 1281, Chácara Santo Antônio - São Paulo




sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Ela voltou!

Imagina um cara que tem como referência em sua adolescência uma rádio. Uns gostam de ver, outros gostam de ler, mas eu sempre fui aquele que gosta de ouvir. Eu sabia que era aquilo que eu queria, que era aquilo que eu gostava, que era aquilo que me identificava e que queria para o resto da minha vida. A profissão e o lazer em sua perfeita união.
Até ontem eu era um ouvinte órfão da 89 FM. Ela me adotou com 17 anos em 1995, me abandonou em 2006 e agora me chama para sintonizá-la novamente. Essa rádio me inspirou culturalmente e profissionalmente. Fiz faculdade de jornalismo e falei no primeiro dia de aula que meu objetivo era o rádio. Graças a um professor chamado Renato Vaisbih, no segundo ano comecei a apresentar meus programas musicais e jornalísticos na rádio da facul.
Terminei os estudos e fui buscar uma especialização em rádio e bato no peito com orgulho para dizer que hoje tenho minha MTB de jornalista e meu DRT de locutor. Eu até consegui depois dar meu ponta pé inicial trabalhando em rádio, falando sobre minha outra paixão, o futebol, mas eu sentia que ainda faltava algo, afinal, já dizia Nietzsche, que a vida sem a música é um engano e o rock foi o ritmo que eu escolhi. Posso dizer sem medo de errar que conheço todas as vertentes do gênero. Busquei histórias, fui em shows, ouvi do vinil ao MP3, aprendi a tocar e tive minhas próprias bandas. Eu realmente conheço, respiro e vivo o Rock’n Roll.
Fanaticamente falando, hoje eu estou numa completa nostalgia. Lembrei do Zé Luis, Roberto Hais, Luka, Sobrinhos do Ataíde, 89 minutos, os shows de aniversários, rock nacional, alternativo, lançamentos, clássicos... eu tinha adesivos, camisetas, CDs, revistas... eu tinha um micro system em casa, um rádio na mesa do trabalho, um walkman na mochila, o som no carro... enfim, ídolos, símbolos e referências que me tornaram um amante de rádio.
Hoje, só estou escrevendo para dizer obrigado e desejar vida longa a nossa Rádio Rock, agora não só como fã e ouvinte, mas como profissional. Fica mais do que evidente aqui que pretendo nos próximos dias ir até a rádio e deixar meu currículo... rsrs... e aí sim, aquela perfeita união que disse no começo estará completa.
Salve 21 de Dezembro de 2012, o dia em que o mundo não acabou e ela voltou!


Sintonize 89,1 MHz ou acesse http://www.radiorock.com.br/

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Queen's Day traz banda internacional DR Queen para show beneficente



Por Suzana Senegalia
O evento mais esperado do ano para os fãs da banda Queen já tem data marcada e uma programação que promete emocionar as mais variadas gerações.
No dia Mundial de Combate à Aids, primeiro de dezembro, será a vez do Carioca Club abrir suas portas para o Queen's Day - Breakthru, que este ano reunirá amantes de música não só para homenagear a lendária banda mas também para um ato solidário. Junto aos ingressos serão arrecadadas latas de leite em prol das crianças com o vírus HIV da instituição “Lar Amor ao Próximo", situada em Carapicuíba - SP.
Garantindo o sucesso de bilheteria, a equipe organizadora trará este ano a renomada Dr Queen. A banda argentina é mundialmente considerada uma das mais qualitativas tributos do gênero, graças a minuciosa reprodução de músicas, ao vasto repertório e a notável semelhança ao quarteto britânico. Em entrevista, o vocalista da banda Jorge Busetto relatou que os shows no Brasil são diferenciados pela verdadeira paixão com que são recebidos. Acrescenta que a predisposição e respeito que os fãs do país tem para prestigiar tributos faz com que os músicos sintam ainda mais as músicas que interpretam e as apresentações são por consequência mais emocionantes e gratificantes. As expectativas são as melhores para este evento que faz parte da realização de um sonho para nós da banda.
Vera de Luca, uma das fundadoras do evento no Brasil, afirma que a edição de 2012 será composta por grandes artistas brasileiros. Nossa equipe conta com a participação de aproximadamente 50 pessoas distribuídas entre bandas, coral e solistas, além de participações especiais de músicos que apoiam a causa e que, como nós, têm adoração pela Queen - completa ela.
Segundo o guitarrista Marcio Sanches que participou de todas as edições e garante ser fanático pela banda desde a infância, tal evento mantém viva a admiração e o carinho dos saudosos fãs. O músico comumente surpreende a todos com suas apresentações no Queen's Day em inusitadas parcerias – com Andréas Kisser (Sepultura), Neno Fernando (Abstract Shadows), Nuno Monteiro (Liar Simphony), Bruno Sutter (Massacration), Murilo (Mastiff) e João Gordo (RTP/MTV) – e, para 2012 mais uma vez mantém o mistério para o dia da festa.
O que começou em 2002 como uma simples reunião de fãs para rememoração dos grandes momentos da banda, hoje é saudado também pelos antigos integrantes da banda. É o que demonstra o guitarrista Brian May em seus depoimentos exibidos com exclusividade a cada edição.
A programação é vasta e, para conferir, os fãs já podem adquirir os ingressos no local e pela internet com a Ticket Brasil. A arrecadação das latas de leite será feita na portaria no dia do evento, que terá início a partir das 16 horas.
Serviço:
Queen’s Day – Breakthru 2012 com a Banda DR Queen
Participações: Gilberto Chaves e Coral, Marcio Sanches e convidados, Rock it Band, Ahimsa e Filipe Maia.
Dia 1 de dezembro a partir das 16h no Carioca Club (R Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros SP).
Ingressos: R$40 (meia) e R$80 – todos devem ser entregues com latas de leite no dia do show.
Vendas: Carioca Club; The Party Store (Ladeira Porto Geral 103 4º andar) ou pelo site www.ticketbrasil.com.br.

Mais informações:

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Que o rock esteja convosco


Guitarrista da banda de rock Rage Against the Machine, Tom Morello vestiu a camisa petista e declarou, pelo Twitter, apoio a Dilma Rousseff, "candidata dos pobres, da classe trabalhadora e da juventude".
Antes, em show no SWU, festival de rock que aconteceu no final de semana em Itu (SP), ele vestiu boné do MST (Movimento dos Sem Terra) e falou bem do movimento.
A exibição do show na TV foi cortada na hora, e o episódio acabou sendo o doce do dia para a militância virtual.
No mês passado, o MST --que divulga hoje apoio a Dilma-- participou de ato público contra o que considera "golpe midiático" nas eleições.
Sobre ser tirado do ar, Morello comentou no Twitter: "Entendo que o canal cortou a transmissão quando pus o boné do PST [sic]. Isso significa que estamos vencendo". Mais tarde, corrigiu-se: "Claro que é MST, não PST".
Formado em ciência política pela Harvard, Morello é um camarada chegado a causas da esquerda. É crítico de Guantánamo e defende o direito dos imigrantes, duas posições não lá muito populares nos Estados Unidos, e costuma dizer por aí que a temporada de George W. Bush na Casa Branca foi uma das piores catástrofes da história política americana.
Em entrevista à Folha, o músico e ativista explicou o jeito Rage Against the Machine de ser: "Sempre fomos uma banda que lutou contra certas autoridades, seja qual for o papel anterior ou atual do governo".

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

SWU - 09 de Outubro de 2010 - Eu fui!

O primeiro dia do Festival de Música SWU foi algo realmente grandioso. Se antes o público paulista reclamava que não tinham um festival a altura do Rock in Rio, agora podem se orgulhar. O “Woodstock brasileiro” me impressionou pela grandiosidade e organização. Claro que filas enormes na entrada, no banheiro ou na compra de bebidas e alimentos existiram, mas é compreensível quando se tem milhares de pessoas em um evento como esse. E a escolha da Fazenda Maeda, em Itu, foi muito inteligente e sensato por parte dos organizadores, que prometem realizar o mesmo festival todos os anos.

As atrações me agradaram muito, apesar de não poder assistir a todas, uma vez que temos duas ou mais atrações ocorrendo ao mesmo tempo. Não fui ao palco Oi nem nas tendas eletrônicas e, na pausa para aquela tradicional beer e por consequência a ida ao banheiro, acabei perdendo também parte dos shows nos palcos principais.

A primeira banda a entrar no palco Água foi Brothers of Brazil. Formada pelos irmãos Suplicy, os dois conseguiram levantar a galera que ainda estava dispersa e outros que ainda estavam entrando, tocando musicas próprias e alguns covers. Na sequência, subiu no palco Ar o Quarteto goiano Black Drawing Chalks, tocando um Hard Rock cheio de peso e atitude. Logo depois foi a vez do Power Trio vinda de Cuiabá chamado Macaco Bong, apresentando um rock instrumental muito bem trabalhado.

O ponta pé inicial internacional foi do Infectious Grooves. A banda de funk metal americana liderada pelo vocalista do Suicidal Tendencies, Mike Muir, agitou o público na tarde fria de Itu e até chamou alguns fãs ao microfone para cantar. Assim que a noite chegou, os Mutantes deram o ar da graça e logo em seguida os Los Hermanos se apresentaram, finalizando a participação das bandas brazucas do dia 9.

A última atração do palco Aguá foi o grupo The Mars Volta. Apesar de não interagirem com a plateia e terem seu usual comportamento antissocial, a banda agradou o público apresentando um estilo unico, com um rock experimental, alternativo e progressivo ao mesmo tempo. Com o instrumetal impecável liderado pelo guitarrista Omar Rodriguez-Lopes e o vocal potente Cedric Bixler Zavala, eles tocaram musicas como “Cicatriz ESP”, "Goliath", “Broken English” e “Roulette Dares”, todas elas muito bem executadas cheias de improvisos e performance. Uma pena que tenha durado tão pouco.

Mas nada era tão aguardo naquela noite como o Rage Against The Machine. Pela primeira vez tocando no Brasil, assim que Zack De La Rocha, Tom Morello e Cia começaram os primeiros riffs de “Testify” o mar de gente pulando e cantando é indescritível. Comprovei nesse dia que não dá para apenas escutar o RATM. O som, a atitude e a raiva oferecida pela banda deixou todos aqueles presentes ensandecidos. Tanto, que logo na terceira música, a banda foi obrigada a parar e pedir para o público se afastar um pouco, pois a estrutura na frente do palco estava comprometida. Não bastasse essa pausa, enquanto eles tocavam “Know your Enemy” o som direcionado ao público parou de funcionar e enquanto a banda continuava tocando, boa parte do público ficou sem ouvi-la. Mas a energia era tanta que isso pouco importou. Dali pra frente não houve mais problemas e a apresentação foi tudo aquilo que os fãs queriam e mais um pouco.

Sempre com o envolvimento e engajamento as manifestações populares que lhe é de costume, Zac ofereceu a música “People of the Sun” aos integrantes do MST (Movimento Sem-Terra) e depois continuou disparando seus rits: “Bulls on Parade”, “Wake Up”, “Guerrila Radio”, “Sleep Now in the Fire”, “Bullet in the Head”… foi uma sonzera atrás da outra. E todos aqueles que esperavam os gritos rasgados e cheio de fúria do Zac De La Rocha, o som da guitarra inconfundível e de estilo próprio de Tom Morello, o baixo potente de Tim Commerford e a batera de Brad Wilk, sairam da Fazenda Maeda satisfeitos. As duas últimas musicas do show “Freedom” e “Killing in the name” parecem ainda ecoar no ouvido desse fã que não se arrepende de nenhum centavo gasto nesse show. Sensacional! Alucinante! Enlouquecido! Fantástico! Energético! Louco, burro e filosófico!
Eu testemunhei!
Eu estive lá!